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23 Ago. 2015

Consumidores e políticos devem saber da conformidade na certificação

Randy Dougherty, Presidente do IAF (International Accreditation Forum) – organização mundial responsável por harmonizar o reconhecimento da conformidade na gestão, no ambiente, nos produtos, serviços, pessoas – trabalha há mais de 40 anos na certificação.

A grande ambição que anuncia no Fórum é o que denomina de “One Step Assessment”, no fundo a possibilidade da conformidade mundial e global. “É uma ambição provavelmente nunca atingida a 100%, sobretudo a conformidade na certificação”. E porque não? “Tudo passa pela comunicação, por deixar os consumidores, os membros do Governo, perceberem como a conformidade na normalização pode trazer benefícios porque muitas vezes as pessoas olham para as costas do computador sem ter ideia do que significam todos aqueles selos e marcas. Randy Dougherty acredita que há necessidade de mais promoção da certificação, assim como da conformidade na certificação. “Todos nós temos de investir nesta promoção: os organismos de certificação, empresas certificadas, organismos de acreditação. Podemos saber todos o que fazemos, mas se não comunicamos isso ao mundo não existe forma de o saberem. Com a revisão dos standards ISO 9001 e 14001 será uma oportunidade para recomunicar o valor que trazem ao mercado”, afirma o Presidente do IAF.

Mesmo em mercados emergentes, Dougherty diz que “é possível ter a confiança, a palavra que marcou o Fórum APCER/IQNet”. Randy Dougherty dá o exemplo da China, em que há um organismo nacional de certificação é o CNAS”, e “mais de 150 organismos dedicados à certificação”, logo “fazer negócio com a China é seguro se se escolherem as empresas certificadas” e “o mesmo acontece com outra economia emergente, o Brasil”.

Dougherty frisa que “é fácil a uma empresa portuguesa encontrar um parceiro de negócio de confiança e vice-versa. O que falta, e estamos a trabalhar nisso, é uma base de dados com todas as empresas certificadas no mundo.” Um grupo de trabalho está a tratar dessa lista global e dois portugueses fazem parte dele, a saber: Leopoldo Cortez, do organismo português de acreditação, IPAC, e Pedro Alves, do IPQ.

Além deste desafio, Randy Dougherty aponta outro para a conformidade: “Os nossos governos estão sob pressão para a redução de custos e os governos não conseguem atravessar fronteiras, controlam os produtos internos, mas não o que entra e aí podemos ajudar porque para os organismos de certificação não existem fronteiras. Podemos trabalhar em qualquer lado. Vivemos num mundo em que os nossos produtos vêm de todo o mundo, por isso temos de encontrar uma forma de manter a qualidade elevada e manter o custo aceitável. Se os preços descem de mais, não há forma nem tempo de conseguir fazer uma auditoria capaz”, alerta o Presidente do IAF.

In Vida Económica 26.jun.2015


Randy Dougherty
Presidente do IAF (International Accreditation Forum)

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