Os dados mais recentes da APSCA confirmam algo que já vinha sendo percebido na prática: a auditoria social está ganhando espaço nas cadeias globais de fornecimento.
Em 2025, os membros da associação reportaram 187.615 auditorias - um crescimento de 8,8% em relação ao ano anterior. Não é um salto abrupto, mas é consistente. E, principalmente, reflete uma mudança real na forma como as organizações são avaliadas.
Olhando para os mercados, alguns movimentos chamam atenção. A China continua concentrando o maior volume. O Vietnã acelera com um crescimento de 25%, enquanto os Estados Unidos avançam 26%. Portugal, embora em outra escala, cresce 16% e começa a ganhar maior visibilidade relativa.
Mais do que os números, o que esses dados mostram é uma pressão crescente para demonstrar - e não apenas declarar - práticas de responsabilidade social ao longo da cadeia de valor.
É nesse contexto que a auditoria social ganha outro papel. Deixa de ser apenas uma resposta a requisitos e passa a ser uma forma de dar consistência, transparência e credibilidade aos processos.
A APSCA tem um papel relevante nessa evolução. Com mais de 5.000 auditores certificados em 105 países, a associação estabelece padrões de competência, integridade e ética que ajudam a dar consistência à auditoria social em nível global.
Para a APCER, como membro efetivo da APSCA, esse enquadramento é importante - especialmente na forma como se traduz no dia a dia: auditorias independentes, critérios claros e foco em rigor e consistência.
Em um cenário onde ESG, direitos humanos e due diligence ganham cada vez mais relevância, a auditoria social deixa de ser periférica e passa a integrar a forma como as organizações demonstram confiança.
E isso, mais do que uma tendência, aponta para uma mudança estrutural.
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